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Guest Blog – Embarking on international research during the pandemic

I have to pinch myself some times when I realise it’s been nearly a year since the pandemic fully took hold of us. It’s not been great for anyone, but for those of us with family abroad it’s even trickier I guess. Before March 2020, I never would have thought we would not be allowed to travel abroad. Or to have hotel quarantine when we return. Something out of novels.

As researchers, we tend to have an international outlook – be that to read about what other countries have researched, attending conferences, international site visits, or research collaborations. Luckily, we have zoom (not Teams necessarily, as this heats up everyone’s laptop apparently far too much!), so we can easily connect both with our colleagues at our University as well as with collaborators across the globe.

Whilst I’m sure many of us are missing going to conferences abroad and travelling as part of our job, luckily opportunities for international research and funding opportunities have not been affected by the pandemic. If anything, it feels even more important now to conduct international research to see how something that affects everyone might differ slightly between people living in say Germany to those living in India. Or between Colombia and Uganda.

Less air miles has benefited not hindered international collaborations.

So how to embark on international research during a pandemic? I was fortunate enough with colleagues and collaborators from Colombia, India, and Uganda to have been awarded a couple of international grants [2], some from the ODA and one from the ESRC Newton Fund [3], to explore the impact of the pandemic and its varied public health restrictions on the lives and mental well-being of older adults living in these three different low- and middle-income countries (LMICs).

Establishing connections in the first place, when you are unable to meet fellow researchers at conferences, can be tricky. The good thing is that many of us are on twitter and other social media platforms these days – this has really helped me in linking up with international researchers in the field. But it’s also sometimes about knowing someone who may know someone, again, it really is all about networking and making and keeping those connections.

Once you’ve established your new network, and once you’ve been able to secure some funding, zoom can help you hold meetings easily between countries. The only thing to bear in mind is the time zone differences! A helpful little gadget is this timezone meeting planner [4], especially when you have more than two time zones to consider.

Even in between meetings, it’s important to keep in touch via email and update one another about the progress of your joint project. This has already worked really well as part of a completed project with the ARCAD in Uganda, where we looked at how the restrictions have impacted on older adults [5].

We have a number of site visits and on-site workshops planned as well, which so far we are delaying because of the pandemic. It’s all about trying to be as flexible as possible when doing research during the pandemic – be that national or international research. If site visits or meetings don’t have to happen when they were originally pencilled in, why not postpone them for a while?

Hopefully, later this year travel will be feasible again, without any hotel quarantine involved. In the meantime though, it’s definitely possible to conduct international research, and it’s all the more interesting when you hear people in your meetings speak different languages. I can proudly announce I have learned a couple words of Spanish already. So much in that I can say ‘Have a good weekend’. It won’t get me anywhere once I’ll be in Colombia, but for now that will work!

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Conduzindo pesquisas internacionais durante a pandemia

Tenho que me beliscar algumas vezes quando percebo que já se passou quase um ano desde que a pandemia tomou conta das nossas vidas. Não tem sido bom para ninguém, mas para nós com família no exterior é ainda mais complicado, eu acho. Antes de março de 2020, eu nunca teria imaginado que não poderíamos viajar ao exterior. Ou ter que fazer quarentena num hotel quando voltarmos. Algo que parece até ter saído de um livro.

Como pesquisadores, tendemos a ter uma visão internacional – seja para ler sobre o que outros países pesquisam, participando de conferências, visitas internacionais a locais ou colaborações de pesquisa. Felizmente, temos o Zoom (não necessariamente o Teams da Microsoft, pois aparentemente aquece demais o laptop de todo mundo!), para que possamos nos conectar facilmente com nossos colegas da universidade e também com colaboradores em todo o mundo.

Embora eu tenha certeza de que muitos de nós estamos sentindo falta de ir a conferências no exterior e viajar como parte do nosso trabalho, felizmente as oportunidades de pesquisa internacional e oportunidades de financiamento não foram afetadas pela pandemia. Na verdade, agora parece ainda mais importante conduzir pesquisas internacionais para ver como algo que afeta a todos pode ser ligeiramente diferente entre as pessoas que vivem, digamos, na Alemanha, e as que vivem na Índia. Ou entre a Colômbia e Uganda.

Então, como conduzir pesquisas internacionais durante uma pandemia? Tive a sorte de, com colegas e colaboradores da Colômbia, Índia e Uganda, ter recebido alguns subsídios internacionais, alguns da Universidade de Liverpool [6] (em inglês) e um do Fundo ESRC Newton [7] (em inglês), para explorar o impacto da pandemia e suas várias restrições de saúde pública nas vidas e no bem-estar mental dos idosos que vivem nestes três diferentes países de baixa e média renda.

Em primeiro lugar, pode ser complicado estabelecer conexões quando você não consegue encontrar outros pesquisadores em conferências. A coisa boa é que nos dias de hoje, muitos de nós estamos no Twitter e outras plataformas de mídia social – isso tem realmente me ajudado a conectar com pesquisadores internacionais do mesmo campo científico. Mas às vezes é também sobre conhecer alguém que pode conhece alguém, novamente, é realmente tudo sobre como fazer ‘networking’ e manter essas conexões.

Uma vez que você estabeleceu as suas conexões, e uma vez que você tenha sido capaz de conseguir algum financiamento, o Zoom pode ajudar a realizar reuniões facilmente entre países diferentes. A única coisa a se levar em conta são as diferenças de fuso horário! Um dispositivo útil é este planejador de reuniões [4] (em inglês), especialmente quando você tem mais de dois fusos horários a considerar.

Mesmo entre as reuniões, é importante manter contato por e-mail e atualizar uns aos outros sobre o andamento de um projeto em conjunto. Isso já funcionou muito bem como parte de um projeto concluído com a ARCAD na Uganda [5] (em inglês), onde vimos como as restrições afetaram os adultos mais velhos.

Também temos uma série de visitas e workshops presenciais, que até agora estamos adiando por causa da pandemia. É uma questão de tentar ser o mais flexível possível ao fazer pesquisas durante a pandemia – seja uma pesquisa nacional ou internacional. Se as visitas ao local ou reuniões não precisam acontecer quando foram originalmente marcadas, por que não adiá-las por um tempo?

Esperançosamente, viajar será viável novamente no final deste ano, sem precisar de quarentena em hotel. Nesse meio tempo, porém, é definitivamente possível conduzir pesquisas internacionais, e é ainda mais interessante quando você ouve as pessoas falando línguas diferentes durante as reuniões. Posso anunciar com orgulho que já aprendi algumas palavras em espanhol. Tanto que posso dizer ‘tenha um bom fim de semana’. Não vai me levar a lugar nenhum uma vez que eu estiver na Colômbia, mas por enquanto tem funcionado!


Author

Dr Clarissa Giebel

Dr Clarissa Giebel [8] is a Research Fellow at the University of Liverpool and NIHR ARC North West Coast. She has been working in dementia care research for over 7 years focusing her research on on helping people with dementia live at home independently for longer.

Follow @ClarissaGiebel [9]

 

 

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